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Comissários de Voo

26/02/2015

Voando o mundo a bordo da EMIRATES

Nesta matéria especial, PRO FLIGHT entrevista o Comissário Rodrigo Delfini, nosso mais novo instrutor no Curso CMV, que depois de voar pelo mundo todo pela EMIRATES AIRLINES, acaba de reforçar o inigualável time de instrutores da PRO FLIGHT.

Conheça um pouco dessa rotina maravilhosa que ao mesmo tempo envolve preparo, disciplina e atenção não só em todas as etapas do voo como também em relação às mais diferentes culturas presenciadas a bordo das aeronaves.

PF – De que forma você decidiu ser Comissário Internacional na EMIRATES AIRLINES?!

Rodrigo Delfini – Sempre gostei muito de viajar e conhecer novas culturas, porém não tinha condições de viajar com a frequência que desejava. Ser comissário de bordo sempre foi uma opção, mas acreditava ser muito difícil. Através de um amigo, fiquei sabendo da Emirates, o que era necessário para ser contratado e o que a empresa oferecia, ou seja, a oportunidade bateu a minha porta.

PF – A EMIRATES é uma Cia Aérea totalmente diferente das demais, a começar pela forte influência da cultura árabe. Como foi lidar com essa questão?

Rodrigo Delfini – Nós brasileiros, temos como nenhum outro povo que conheci, uma capacidade incrível de se adaptar as mais variadas situações. Essa capacidade faz com que com um mínimo de esforço e respeito, nos consigamos viver em qualquer lugar. A cultura Árabe é muito rígida se comparada à brasileira, porém quando você está morando fora do seu país, basta ter a consciência de que se deve respeitar a cultura local, ou seja, não queira viver em outro país da mesma forma que vive no Brasil, dessa maneira é possível evoluir culturalmente, melhorando a imagem do Brasil perante o mundo.

PF – Como foi o treinamento na EMIRATES? Local, duração, maior dificuldade....

Rodrigo Delfini – Meu treinamento teve duração de 07 (sete) semanas e foi realizado na Academia da Emirates, em Dubai. O local é fantástico, oferecendo ao funcionário todo o material necessário para um treinamento exemplar, contando ainda com 3 simuladores (A380, B777 e A340-500). A maior dificuldade foi administrar o conteúdo do treinamento, pois eram 8 horas por dia, 5 dias por semana, e se não fosse aprovado com mínimo de 70% nas provas semanais, voltava para casa.

 

PF – Como você soube que a EMIRATES poderia te contratar? Que critérios ela adota para a escolha desse time tão especial?

Rodrigo Delfini – O primeiro critério, obviamente, e ter domínio da língua inglesa, pois toda a comunicação é feita em inglês. Quanto aos critérios para contratação, não existe nada muito definido e eles não divulgam, mas creio que capacidade de adaptação, confiança, pro-atividade, ser dinâmico e acima de tudo ter muita determinação para mostrar a eles sua capacidade e vontade de trabalhar para uma das melhores companhias do mundo.

PF - Que aeronaves você voou na EMIRATES e qual você mais gostava de voar?

Rodrigo Delfini – Na Emirates voei Airbus (A330-200, A340-300, A340-500, A380); Boeing (777-300ER, 777-200LR, 777-300, 777-200). Gostei mais de voar Airbus A380, pois são aeronaves muito modernas e bonitas, que contavam com uma tripulação de 27 comissários, o que fazia as viagens serem muito mais interessantes.

PF – Você já passou por alguma situação difícil ou engraçada a bordo?!

Rodrigo Delfini – Situações engraçadas é o que ocorria com mais freqüência. Uma vez tivemos que fazer uma diversion (pousar em outro aeroporto diferente do destino) devido ao mau tempo no aeroporto de Toronto, onde o piloto tentou e não conseguiu pousar porque o avião balançava muito em cima da pista causando um certo medo aos passageiros que já viajavam por mais de 13 horas, porém nada de grave ocorreu.

PF – Para que lugares do mundo você voou e qual você gostaria de voltar?!

Rodrigo Delfini – Viajei para mais de 50 países, então criei um certo hábito com alguns países que viajava com mais frequência. Dentro dos muitos que gostaria de voltar, poderia citar a Nova Zelândia e a Thailandia pelas belezas naturais.

PF – Qual o passageiro mais difícil do mundo?

Rodrigo Delfini – O passageiro mais difícil do mundo é o Indiano, pois não tem educação e nem bons modos; aproveitam que a empresa prega que eles podem pedir tudo que está disponível no voo e eles pedem, rs

PF – Que conselho você daria para os alunos que estão ingressando na carreira agora ou que querem ingressar?

Rodrigo Delfini – O conselho seria muito simples: Persiga seu objetivo e faça acontecer. Nada e fácil na vida, mas se tiver empenho e muita dedicação, você conseguirá sucesso. Se serve de exemplo, um comissário que entrou junto comigo na Emirates, vindo da Tunísia, tentou por 7 anos entrar na companhia, perguntando a ele se valeu a pena, ele me respondeu: “Sem sombra de dúvida, hoje sou uma pessoa realizada.”

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