Em 1961 a Sadia Transportes Aéreos adquire a Transportes Aéreos Salvador passando a servir um total de 53 cidades de Porto Alegre a Fortaleza com 15 aeronaves DC-3 e 11 Curtiss C-46.
Em 18 de dezembro de 1963 a Sadia arrenda seu 1° turbo-hélice – um Handley Page Dart Herald de fabricação inglesa.
Em 1964 a Sadia adquire mais cinco aeronaves Herald.
Entre 1963 e 1976 a frota chega a ter 10 Dart Herald sendo 2 arrendados.
Em setembro de 1970 o 1° BAC One-Eleven 500 é arrendado da Austral (PP-SDP) e é logo apelidado de Jatão.
Em outubro de 1970 mais um BAC One-Eleven (PP-SDQ) é comprado.
A partir daí mais oito One-Eleven são gradativamente incorporados aposentando os Dart Herald. O ingresso na era do jato trouxe novidades também no Serviço de Bordo, com a campanha “Anfitriãs do Ar” e com feijoada e caipirinha sendo servidas as quartas e aos sábados, fato que foi um sucesso na época.
Em 1973 a Sadia abre o capital aos funcionários e muda o nome para Transbrasil S.A. Linhas Aéreas. Adota também cores alegres e chamativas nas aeronaves. A primeira aeronave com o novo esquema de cores é o BAC One elven de prefixo PP-SDS (amarelo e vermelho).
Nesse mesmo ano, a Transbrasil se torna a primeira cliente do Bandeirante EMB- 110 C com a compra de 6 aeronaves.
Em 1974 a Transbrasil começa a operar os Boeing 727.
Em 1975 a Transbrasil recebe o terceiro Boeing 727 que adota a pintura verde e amarela. Os anteriores foram pintados de amarelo e azul e amarelo e vermelho.
Em 1979 a Transbrasil adota uma nova identidade visual: aeronaves brancas com o arco-íris na cauda.
No final da década de 70 a Transbrasil passa a ser a 3 a . maior cia aérea brasileira., voando com 10 Boeing 727-100. Mais tarde a frota chegaria a 19 Boeing 727 – a maior da América do Sul.
Em 1983 a Transbrasil recebe os três primeiros Boeing 767-200 destinados a fazer vôos charter para Orlando.
Em 1985 a Transbrasil recebe os Boeing 707 para passageiros. Chegaram a ser dez Boeing 707 sem contar o PP-VJS, arrendado da Varig.
Em 1986 a Transbrasil recebe os dois primeiros Boeing 737-300 para substituir os 707 e 727.
Em 1988 sofre intervenção federal que dura até 1989.
Na década de 90 a Transbrasil traz os 767-300 ER – O 1° foi pilotado pelo próprio Omar Fontana da fábrica até Guarulhos. Novos 737-300 e 400 permitem a transferência dos últimos 3 Boeing 707 para sua subsidiária de carga – Aerobrasil.
Em 1990 a Transbrasil recebe autorização para voar para Miami.
Em 1991 recebe autorização para voar para Nova York e Washington.
Em 1992 recebe autorização para voar para Viena e para Buenos Aires.
Em 1995 recebe autorização para voar para Amsterdã e cria sua subsidiária de aviação regional, a Interbrasil.
Entre 1990 e 1995 foi a segunda maior Cia Aérea Brasileira entretanto, com a expansão internacional perdeu espaço no mercado doméstico.
Em 1996 recebe autorização para voar para Londres e Córdoba.
Em 1997 recebe autorização para voar para Lisboa e Santiago.
Em 7 de dezembro de 2000 morre o seu incansável fundador - Omar Fontana.
Em 3 de dezembro de 2001 ocorrem os últimos vôos (Congonhas) antes que o pedido de falência mantivesse a Cia que mais se destacou por sua identidade visual alegre e cheia de personalidade em solo.
Fonte: Revista Flap Internacional – n° 352.
|