Em fevereiro de 1954 o filho do dono da Sadia – Omar Fontana – convence seu pai a locar um DC-3 da PANAIR para transportar carne aos domingos de Concórdia-SC para São Paulo.

Em 15 de março de 1955 é fundada a Sadia Transportes Aéreos.

Em 16 de março de 1956 a Sadia compra um DC-3 – prefixo PP-ASJ para transporte de passageiros e carga na rota Florianópolis-Videira-Joaçaba-São Paulo.

Em 1957 a SADIA faz vôos pioneiros para Brasília, que na época estava em construção, e aceita participar de um consórcio com a Real, a mais poderosa e temida das empresas aéreas daquele período. Nesse acordo, a SADIA cede 50% de suas ações à Real, recebendo em troca quatro aviões, as rotas de São Paulo para Rio de Janeiro e Porto Alegre, além de duas Diretorias (Tráfego-Vendas e Operações) para Omar Fontana.


C-46 - cortesia: Revista Flap Internacional


One-Eleven - cortesia: Revista Flap Internacionall


Bandeirante - cortesia: Revista Flap Internacional


Boeing 727 - cortesia: Revista Flap Internacional


Boeing 767 - cortesia: Revista Flap Internacional


 

Em 1961 a Sadia Transportes Aéreos adquire a Transportes Aéreos Salvador passando a servir um total de 53 cidades de Porto Alegre a Fortaleza com 15 aeronaves DC-3 e 11 Curtiss C-46.

Em 18 de dezembro de 1963 a Sadia arrenda seu 1° turbo-hélice – um Handley Page Dart Herald de fabricação inglesa.

Em 1964 a Sadia adquire mais cinco aeronaves Herald.

Entre 1963 e 1976 a frota chega a ter 10 Dart Herald sendo 2 arrendados.

Em setembro de 1970 o 1° BAC One-Eleven 500 é arrendado da Austral (PP-SDP) e é logo apelidado de Jatão.

Em outubro de 1970 mais um BAC One-Eleven (PP-SDQ) é comprado.

A partir daí mais oito One-Eleven são gradativamente incorporados aposentando os Dart Herald. O ingresso na era do jato trouxe novidades também no Serviço de Bordo, com a campanha “Anfitriãs do Ar” e com feijoada e caipirinha sendo servidas as quartas e aos sábados, fato que foi um sucesso na época.

Em 1973 a Sadia abre o capital aos funcionários e muda o nome para Transbrasil S.A. Linhas Aéreas. Adota também cores alegres e chamativas nas aeronaves. A primeira aeronave com o novo esquema de cores é o BAC One elven de prefixo PP-SDS (amarelo e vermelho).

Nesse mesmo ano, a Transbrasil se torna a primeira cliente do Bandeirante EMB- 110 C com a compra de 6 aeronaves.

Em 1974 a Transbrasil começa a operar os Boeing 727.

Em 1975 a Transbrasil recebe o terceiro Boeing 727 que adota a pintura verde e amarela. Os anteriores foram pintados de amarelo e azul e amarelo e vermelho.

Em 1979 a Transbrasil adota uma nova identidade visual: aeronaves brancas com o arco-íris na cauda.

No final da década de 70 a Transbrasil passa a ser a 3 a . maior cia aérea brasileira., voando com 10 Boeing 727-100. Mais tarde a frota chegaria a 19 Boeing 727 – a maior da América do Sul.

Em 1983 a Transbrasil recebe os três primeiros Boeing 767-200 destinados a fazer vôos charter para Orlando.

Em 1985 a Transbrasil recebe os Boeing 707 para passageiros. Chegaram a ser dez Boeing 707 sem contar o PP-VJS, arrendado da Varig.

Em 1986 a Transbrasil recebe os dois primeiros Boeing 737-300 para substituir os 707 e 727.

Em 1988 sofre intervenção federal que dura até 1989.

Na década de 90 a Transbrasil traz os 767-300 ER – O 1° foi pilotado pelo próprio Omar Fontana da fábrica até Guarulhos. Novos 737-300 e 400 permitem a transferência dos últimos 3 Boeing 707 para sua subsidiária de carga – Aerobrasil.

Em 1990 a Transbrasil recebe autorização para voar para Miami.

Em 1991 recebe autorização para voar para Nova York e Washington.

Em 1992 recebe autorização para voar para Viena e para Buenos Aires.

Em 1995 recebe autorização para voar para Amsterdã e cria sua subsidiária de aviação regional, a Interbrasil.

Entre 1990 e 1995 foi a segunda maior Cia Aérea Brasileira entretanto, com a expansão internacional perdeu espaço no mercado doméstico.

Em 1996 recebe autorização para voar para Londres e Córdoba.

Em 1997 recebe autorização para voar para Lisboa e Santiago.

Em 7 de dezembro de 2000 morre o seu incansável fundador - Omar Fontana.

Em 3 de dezembro de 2001 ocorrem os últimos vôos (Congonhas) antes que o pedido de falência mantivesse a Cia que mais se destacou por sua identidade visual alegre e cheia de personalidade em solo.

Fonte: Revista Flap Internacional – n° 352.

 

 

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